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Especialista defende investimento que transforme crianças em cidadãos de 1ª grandeza

O Brasil só deixará de ser o país do futuro, para se tornar o país do presente, quando promover investimentos que transformem crianças em cidadãos de primeira grandeza. Essa foi a mensagem que o desembargador Eduardo Cortez de Freiras Gouvêa, coordenador da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de São Paulo e atual presidente do Colégio de Coordenadores da Infância e da Juventude do Brasil, deixou em sua fala inaugural na solenidade de abertura do XIII Encontro do Colégio de Coordenadores da Infância e da Juventude dos Tribunais de Justiça do Brasil, que acontece na sede do TJSC, em Florianópolis.  O evento, promovido pela Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude (Ceij), Centro de Estudos Jurídicos (Cejur) e Academia Judicial, congrega representantes de todos os tribunais do Brasil para debater assuntos sensíveis à jurisdição da infância e da juventude. O coral da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) abriu os trabalhos com a execução do Hino Nacional e do Rancho de Amor à Ilha. Após, observado por representantes de 15 tribunais do Brasil, o desembargador Rodrigo Collaço, presidente do TJ, abriu oficialmente o evento, oportunidade em que ressaltou seu orgulho pelo trabalho desenvolvido por todos os magistrados que atuam na área da infância e da juventude. Garantiu total apoio do TJSC aos pleitos do Colégio. "Eu desejo a todos um excelente evento, que os senhores continuem se inspirando, trabalhando e lutando porque, se cada um fizer sua parte, todos nós juntos estaremos contribuindo para aquilo que desejamos, que é um Brasil melhor", concluiu. Ainda na cerimônia de abertura, a desembargadora Rosane Portella Wolff, coordenadora da Ceij do TJSC, comentou sua satisfação ao receber os integrantes do Colégio de Coordenadores da Infância e da Juventude em Santa Catarina. "Apesar das diferenças de cada Estado, das realidades distintas, todos os presentes têm um sonho em comum, que é poder concretizar uma política para a infância e juventude que realmente garanta direitos e cidadania àqueles que muitas vezes só têm a nós para recorrer", frisou. Posição corroborada pelo desembargador Eduardo Cortez. "A área da infância e juventude é, ao mesmo tempo, sedutora e desafiadora. As soluções não são fáceis. O Estatuto da Criança e do Adolescente já completou 28 anos e ainda temos que lutar diariamente para vê-lo cumprido, de forma a oferecer uma esperança de futuro para o Brasil. Um país que não cuida da infância infelizmente não tem futuro", diagnosticou. Os trabalhos, com discussões e debates, se prolongam por todo o dia. No final do encontro, acontecerá ainda a eleição da nova diretoria do Colégio para o biênio 2019-2020.


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